Preparo de amostras para análise de materiais

Britagem, moagem, divisão, peneiramento e prensagem fazem parte da preparação de amostras para levar cada material à granulometria e à forma exigidas pelo método analítico.

SOLICITAR PROPOSTA
Antes de medir, é preciso preparar
O preparo de amostras controla granulometria, massa, homogeneidade e forma antes da análise. A qualidade dessa etapa influencia diretamente a confiabilidade do resultado analítico.
Etapas de uma rota de preparo
Redução e classificação
Britadores, moinhos e peneiras reduzem e classificam o material até a granulometria exigida pelo método analítico. O objetivo é atingir a faixa adequada para a técnica de análise.
Divisão e conformação
Divisores reduzem a massa mantendo a proporção dos constituintes. Prensas formam pastilhas com geometria e superfície adequadas para preparação de amostras para XRF e XRD.
O preparo é definido pela aplicação
Material, granulometria inicial, massa disponível, umidade e técnica analítica definem a rota de preparo de amostras. Não existe uma sequência universal para todos os materiais.
Mineração e geologia
Britagem, divisão e moagem de minérios, concentrados, solos e rochas para obter alíquotas adequadas à análise.
Cimento e materiais de construção
Preparação de calcário, argila, clínquer, cimento, escória e adições para controle de processo e qualidade.
Metais, ligas e reciclagem
Preparação de pós, cavacos, limalhas e escórias conforme a matriz e a técnica analítica de destino.
Cerâmicas e vidros
Controle de granulometria e homogeneidade de matérias-primas, fritas, pós e produtos acabados.
Pesquisa de materiais
Seleção do meio de moagem, da granulometria e da sequência de preparo conforme o material e a propriedade investigada.
Defina a rota antes de escolher a máquina
Cada aplicação exige uma rota de preparo diferente. Avaliamos a matriz, a granulometria inicial, a massa disponível e a técnica analítica para especificar a sequência de preparo e os equipamentos mais adequados.
Perguntas frequentes
Por que o preparo de amostras é importante?
Porque técnicas como XRF, XRD e OES analisam apenas uma pequena fração do material. Se essa fração não representar adequadamente a amostra original, o resultado analítico também será comprometido.
Quanto mais fina a moagem, melhor o resultado?
Não. A finura necessária é definida pelo método. Moer além da faixa requerida aumenta tempo e pode alterar propriedades sensíveis ao processo.
Como definir a rota de preparo de amostras?
A definição depende da matriz, do tamanho máximo das partículas, da massa disponível, da umidade, do preparo atual, do volume de amostras e da técnica analítica utilizada.
Vamos entender a mineralogia
do seu material?
FALAR COM ESPECIALISTA