Espectrômetro de emissão óptica para análise de ligas metálicas

A espectrometria de emissão óptica (OES) determina a composição química de ligas metálicas e monitora inclusões não metálicas para apoiar decisões de produção e controle de qualidade.

SOLICITAR PROPOSTA
O que a emissão óptica mostra no metal
Antes de corrigir uma corrida, liberar uma peça ou classificar sucata, confirme se a composição química da liga atende à especificação do material.
O que a rotina metalúrgica precisa ver
Composição da liga
Meça elementos críticos antes de corrigir uma corrida, liberar uma peça ou classificar sucata.
Aços e ferros fundidos
Determine carbono, silício, manganês, fósforo, enxofre e elementos de liga conforme a especificação do material.
Decisão sobre a corrida
Compare a composição química medida com a especificação para corrigir adições, classificar material, liberar a corrida ou reter um desvio.
Da corrida à liberação
O método de análise por OES é definido pela família da liga, pelos elementos críticos, pela faixa de concentração e pelo ponto da rotina em que a medição acontece.
Fundição
Controle amostras solidificadas da corrida para decidir correções antes do vazamento ou da liberação do metal.
Siderurgia
Verifique aços carbono, aços inoxidáveis e ligas especiais de acordo com o grau e a especificação.
Recebimento e reciclagem
Classifique sucata e retornos metálicos para separar famílias de ligas e definir destino na carga.
Ligas não ferrosas
Confirme a composição de ligas de alumínio, cobre, níquel, cobalto, titânio e zinco antes da liberação.
Monitoramento de inclusões não metálicas
No ARL iSpark Plus, o Spark-DAT registra sinais de centelhas individuais para reportar quantidade por mm³, composição associada e classes relativas de tamanho.
Composição e inclusões na mesma análise
O recurso patenteado Spark-DAT monitora inclusões não metálicas durante a análise por espectrometria de emissão óptica, reportando quantidade, composição associada e classes relativas de tamanho.
Comece pela liga que você produz
Ligas ferrosas e não ferrosas
Definimos as ligas, os elementos críticos, as faixas de concentração, a frequência de análise e o tipo de amostra para estruturar o método mais adequado à sua rotina de produção.
Prepare a superfície certa
A qualidade do resultado depende de superfície metálica plana, preparada e comparável aos padrões de referência.
Espectrometria de emissão óptica e fluorescência de raios X: qual a diferença?
A espectrometria de emissão óptica (OES) e a fluorescência de raios X (XRF) determinam a composição química dos materiais, mas atendem aplicações diferentes. O OES é indicado para análise de ligas metálicas e quantificação de elementos leves, enquanto o XRF oferece maior flexibilidade para diferentes matrizes e tipos de amostra.
Espectrometria de emissão óptica (OES)
O que mede
Determina a composição química de ligas metálicas, incluindo elementos leves como carbono, enxofre, fósforo e nitrogênio, conforme o método e a configuração do equipamento.
Como funciona
Uma descarga elétrica, por centelha ou arco, excita uma pequena região da superfície metálica. Os elementos emitem luz em comprimentos de onda característicos, cuja intensidade é convertida em concentração pelo método analítico.
Quando usar
Para identificar e classificar ligas, controlar a composição de metais e verificar elementos leves e residuais em aços, ferros fundidos, alumínio, cobre, níquel e outras ligas. Requer uma superfície metálica adequada à leitura para realizar a queima.
Fluorescência de raios X (XRF)
O que mede
Determina a composição elementar ou em óxidos de materiais sólidos, líquidos e pós, conforme a calibração, a matriz e o preparo da amostra.
Como funciona
Raios X excitam os átomos da amostra, que emitem fluorescência característica de cada elemento. A intensidade medida é convertida em concentração por calibração ou por parâmetros fundamentais.
Quando usar
Para controle de composição química em minérios, cimento, cerâmicas, vidros, solos, combustíveis, pós e metais. Atende matrizes mais diversas e pode analisar amostras de forma não destrutiva, conforme o método.
Do metal ao resultado que libera a decisão
PASSO 1
Mapeie a rotina
Identifique ligas, elementos que controlam cada grau e o momento em que o resultado precisa sair.
PASSO 02
Defina o método analítico
Feche calibrações, preparo da superfície e padrões de referência para cada família de ligas.
PASSO 03
Implante o controle
Instale, treine o time e mantenha verificações de método na rotina.
Perguntas frequentes
O que a espectrometria de emissão óptica (OES) analisa?
A espectrometria de emissão óptica determina a composição química de ligas metálicas, incluindo elementos leves como carbono, enxofre, fósforo, boro e nitrogênio, conforme o método analítico.
O que é espectrometria de emissão óptica (OES)?
É uma técnica utilizada para determinar a composição química de ligas metálicas por meio da luz emitida durante a excitação da superfície da amostra.
O OES pode identificar inclusões não metálicas?
Nos equipamentos compatíveis com a tecnologia Spark-DAT, o OES monitora inclusões não metálicas durante a análise da composição química. A microscopia continua sendo complementar para avaliação de morfologia e localização das inclusões.
Vamos estruturar o controle da sua liga?
Conte quais ligas produz, quais elementos são críticos, como a amostra é preparada e qual especificação precisa ser atendida.
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